O voto dos evangélicos é um ponto de sustentação da campanha de Bolsonaro. O presidente pontua consistentemente mais alta no segmento religioso. Entre o eleitorado em geral, o presidente fica em 2º lugar na simulação de 1º turno, com 35%. Lula lidera com 43 A
A vantagem entre os evangélico mostra, mais uma vez, que o segmento será decisivo para a vitória de Bolsonaro em 2022, como foi em 2018. A expectativa é que o percentual chegue a 70% já no primeiro turno.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios, e divulgada em parceria editorial com a TV Cultura. Os dados foram coletados de 31 de julho a 2 de agosto de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.500 entrevistas em 322 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-08398/2022.
Para chegar a 3.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.
CATÓLICOS
Já entre os católicos, Bolsonaro caiu 9 pontos percentuais em duas semanas. Agora, marca 26%, enquanto Lula tem 50% das intenções de voto.
Nesse grupo, os demais pré-candidatos têm juntos 17%. Os católicos indecisos correspondem a 2%. Já os que afirmam que votarão em branco ou nulo somam 5%.
A margem de erro da pesquisa é mais alta quando um subgrupo da população é considerado isoladamente. No caso de evangélicos, a margem é de 3,1 pontos percentuais. Com católicos, 2,5 p.p.


































