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Política

NA SUA ÚLTIMA CARTADA, GOVERNO INÁCIO ARMA UMA FARSA GROTESCA SOB O DISFARCE DA “JUSTIÇA SOCIAL”

O que o governo Lula está tentando empurrar goela abaixo da opinião pública não é uma política de justiça social — é uma farsa. Um teatro mal ensaiado, onde se troca responsabilidade fiscal por propaganda ideológica. O roteiro? Sempre o mesmo: os ricos são os vilões, o Congresso é o obstáculo, e o governo é o herói injustiçado. Tudo isso para encobrir, com palavras bonitas, o completo descontrole das contas públicas.

Em maio, o próprio secretário do Tesouro, Rogério Ceron, comemorava um superávit de quase R$ 15 bilhões nos quatro primeiros meses do ano. A retórica era de sucesso, eficiência e recuperação fiscal. Isso foi há pouco tempo — está registrado, documentado e celebrado. Então como é que, num piscar de olhos, esse superávit virou um rombo de R$ 52 bilhões?

Simples: a arrecadação caiu, os gastos explodiram — e o governo, ao invés de admitir seus erros, correu para criar uma cortina de fumaça. Editou um decreto aumentando o IOF e, como se estivesse distribuindo justiça divina, disse que era para “tributar os ricos” e “corrigir desigualdades”. Balela. Não é justiça social. É desespero fiscal com verniz populista.

Vamos ser claros: esse discurso de justiça tributária não passa de uma jogada de marketing. Uma tentativa covarde de transferir a culpa para o Congresso, culpando deputados e senadores por não aceitarem pagar a conta do desgoverno. Não é só despreparo técnico. É também uma arrogância absurda — a certeza de que o povo vai engolir qualquer narrativa desde que venha embalada com palavras de efeito.

O governo tenta posar de vítima, quando na verdade é o principal responsável pelo descontrole orçamentário. Fala em proteger os pobres, mas não hesita em usar medidas regressivas que penalizam justamente quem está na base da pirâmide. Enquanto isso, os gastos seguem sem freio, sem plano, sem prioridade. E a conta, como sempre, sobra para o cidadão comum.

A verdade é dura, mas precisa ser dita: não existe justiça social sem responsabilidade fiscal. E o que se vê hoje em Brasília é um governo perdido, preso em suas próprias contradições, usando o discurso social como escudo para esconder sua própria incompetência.

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